Vivemos na era tecnológica onde o GPS desenvolvidos pelos americanos e, hoje em dia, colocado em tudo o que é aparelho electrónico, desde automóveis até ao menor telemóvel, nada serve para orientar esta minha geração.
Geração que, desde, do tempo escolar foi fustigada pela incerteza de planos curriculares e de reformas escolares e curriculares que eram implementadas sem regras definidas e a meio de anos lectivos. Mais tarde já no ensino superior o famoso tratado de Bolonha que mais uma vez foi implementado de forma um pouco esquesita e mesmo despropriada em Portugal.
Até que no dia em que todas as gerações choravam de alegria por na sua queima das fitas terminarem uma das etapas mais importantes da vida, a minha geração chorava pela incerteza do futuro, pois a famosa “doença económica” chamada crise atacava o tão frágil e pequeno, que se tornou o planeta Terra, arrastando aquele “Belo jardim a beira mar plantado” para o abmismo onde parace-me muito dificil agora arrasta-lo para fora, pois aos governantes e classe politica de Portugal não me parecem capazes disso.
Voltando a Geração que já foi apelidada Geração à Rasca, para mim é a Geração Perdida ou mesmo Sem Rumo, pois chegada ao mercado de trabalho esta geração depara-se com trabalho precário, com desemprego, com falta de motivação para o resto da vida. As conversas dos jovens entre estes dias têm por tema principal: que se Amanhã não vão ter reforma, pelo o estado social estar falido, como vão fazer para reunir poupanças para a velhice se Hoje não têm emprego ou quando o têm mal conseguem pagar as contas...
Depois temos ministros que aconselham os jovens a partir num novo êxodo migratório do nosso país. Como vamos reconstruir um país se mandamos a “matéria prima” embora. Estas atitudes levaram ao fim desta pátria que “rasgou” o mundo através do mar que foram empreendedores até mesmo quando a palavra não existia, agora mandam os marinheiros mais qualificados abandonar o barco para que esses piratas consigam afunda-lo sem qualquer tipo de problema.
A politica portuguesa precisa de Jovens, com novas ideias, novos métodos e, sobretudo, empenhados em mudar as formas de fazer politica e de ver as coisas. Pois os jovens são sonhadores, mas, sobretudo são visionários e se os jovens portugueses se empenharem em mudar o rumo do barco ele não afundará.
A solução para esta crise está na Geração Perdida, ou seja, nos jovens que têm que ser cativados para mudarem o rumo das coisas, ou por vontade própria mostrarem as suas ideias e empreenderem numa nova rota para este barco...